As Troianas | de Hélia Correia e Jaime Rocha

As Troianas | de Hélia Correia e Jaime Rocha
LOCAL: Quinta da Regaleira - Patamar do Ténis ACESSO: € 13 (desconto de 10% para Munícipes de Sintra mediante apresentação de um comprovativo de morada válido por bilhete. Desconto aplicável a bilhetes vendidos/levantados na bilheteira na Quinta da Regaleira e restantes postos de venda excepto Internet)
TEATRO
DATA: 27/06/202403/08/2024 HORÁRIO: Quintas, sextas e sábados às 21h30

Pela Companhia de Teatro de Sintra - Chão de Oliva
Na Quinta da Regaleira


Arrasada Troia, mortos os homens, procede-se à distribuição dos “troféus” - as mulheres da Casa de Príamo - entre os triunfantes chefes gregos. O fundo clássico da tragédia é ligeiramente alterado quer pelos conflitos entre os vencedores, quer por versões inesperadas do destino das mulheres, quer pela presença dos lobos que não entendem os motivos belicistas dos humanos.

Bilhetes à venda: Bilheteira da Quinta da Regaleira, regaleira.byblueticket.pt e nos postos de venda Blueticket

Classificação: M/14
Duração: Aprox. 80 min
Aconselha-se agasalho e calçado confortável

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FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto de Hélia Correia e Jaime Rocha
Encenação de Susana C. Gaspar e Paulo Campos dos Reis
Interpretação por André Pardal, Catarina Rôlo Salgueiro, Hugo Sequeira, Ivo Alexandre, Marques D’Arede, Paula Pedregal, Rute Lizardo, Susana Arrais e Susana C. Gaspar
Cenografia de Paula Hespanha | Apoio na execução cenográfica de Luiz Quaresma
Sonoplastia de Nuno Cintrão | Desenho de Luz de Paulo Campos dos Reis | Figurinos pelo Chão de Oliva | Operação técnica de luz e som por Ton Bonassa
Fotografia de cartaz de Sérgio Santos | Design gráfico de Pedro Velho | Branding e Comunicação por Catarina Fontinha | Direção de Comunicação de Susana C. Gaspar
Produção Executiva de Nisa Eliziário | Direção de Produção de Nuno Correia Pinto | Produção de Chão de Oliva - Companhia de Teatro de Sintra

Apoio: República Portuguesa - Cultura / Direção-Geral das Artes
Promotor: Fundação Cultursintra FP

O Chão de Oliva – Centro de Difusão Cultural em Sintra (CO) é uma associação cultural sem fins lucrativos, em funcionamento desde 1987, reconhecida como entidade de utilidade pública desde 1999. Com sede na Casa de Teatro de Sintra, apoia a sua atividade em três eixos estruturantes: Criação Teatral, Programação Cultural e Serviço Educativo.
Em 1990, dentro do CO, foi criada a Companhia de Teatro de Sintra. Em 1992, formou-se o Fio d´Azeite – Grupo de Marionetas. Em 2012, arrancou o Periferias – Festival Internacional de Artes Performativas, que acontece anualmente, congregando as diversas artes performativas que anteriormente se encontravam segmentadas em diversos festivais.
No decorrer da sua existência, tem mantido a oferta de cursos de iniciação teatral e workshops abertos a profissionais e não-profissionais. Nos últimos anos, tem consolidado um Serviço Educativo através da oferta formativa, mas também de projetos comunitários e de arte participativa.
Desde sempre que o Chão de Oliva tem a preocupação de apoiar e mostrar vários artistas ou coletivos locais, nacionais e internacionais, ajudando-os nas mais diversas formas ou integrando-os no Programa de Acolhimentos.
Para o desenvolvimento do seu trabalho, conta com o apoio da Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Sintra, Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação La Caixa, Lisboa2020 e de diversas entidades do setor empresarial e da sociedade civil.
Em 2007, recebeu a Medalha de Mérito Cultural pela Câmara Municipal de Sintra.

A Companhia de Teatro de Sintra (CTS) foi a primeira estrutura profissional de teatro a ser criada em Sintra, em 1990, mantendo, desde então, uma atividade contínua de criação.
O crescente reconhecimento do trabalho desta Companhia reflete-se em convites para a participar em festivais e colaborar em coproduções com várias companhias e estruturas portuguesas e estrangeiras, como são o caso, entre outras, de A Comuna – Teatro de Pesquisa, Companhia de Teatro de Almada, Teatro Praga, João Garcia Miguel, Teatro da Garagem, Mala Voadora, Compª Cuarta Pared (Madrid), Teatro Matarille (Santiago de Compostela), Grupo Teatro Por Que Não? (Santa Maria, Brasil), Grupo Lareira Artes (Maputo, Moçambique), CACAU-Fundação Roçamundo (São Tomé e Principe), Fladu Fla (Cabo Verde).
Dentro desta perspetiva de cruzamento de experiências artísticas, a CTS optou por não ter um elenco residente, convidando encenadores e atores de acordo com as caraterísticas e objetivos de cada criação. Entre outros, participaram no trabalho da CTS/CO, Maria Germana Tânger, Mário Viegas, António Augusto Barros, Cândido Ferreira, João Grosso, João Mota, Antonino Solmer, Filipe Crawford, João Fiadeiro, Vera Mantero, Francisco Camacho, Joaquim Benite, Jorge Listopad, Carlos Pimenta, Pedro Penim, José Manuel Castanheira, Filipe Faísca, José Fragateiro, António Casimiro, Daniel Worm D´Assumpção, Miguel Sá Fernandes, João Garcia Miguel, Paula Pedregal, Graça P. Corrêa e os artistas plásticos Leonel Moura, Julião Sarmento e Fátima Pinto.
No conjunto de espetáculos criados, trabalharam-se autores como Gil Vicente, Tchekov, Marivaux, Federico Garcia Lorca, Karl Valentim, Camilo Castelo Branco, Dario Fo, Shakespeare, Stig Dagerman, Eduardo Pavlovsky, Maquiavel, Gao Xingjian, Jorge Listopad, João Garcia Miguel, August Strindberg ,H. Ibsen, Jean Cocteau, Maeterlink, Eugene O´Neil, Pirandello, Ana Saragoça, Tennessee Williams; e ainda os portugueses, com textos adaptados, Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, Cesário Verde, Bernardo Soares/Fernando Pessoa, Alexandre O´Neill, Nuno Bragança, Maria Gabriela Llansol, Pedro Paixão, e José Saramago.

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