Cyrano de Bergerac

Cyrano de Bergerac
LOCAL: Jardim da Quinta da Regaleira - itinerante ACESSO: € 10
TEATRO
DATA: 13/07/201801/09/2018 HORÁRIO: Sextas e Sábados às 21h30

Pelo Teatro TapaFuros

Eis o espadachim da palavra! Cyrano, nariz no ar (e que nariz!) desafia qualquer bonifrate dono da razão! E tantos há, sem coração. De Amor ele é cavaleiro, lutando contra os moinhos gigantes da ignorância. O Amor caminha misteriosamente e Cyrano por vezes troca-lhe os passos. Mas não desiste, nunca. Até ao fim pode ser sol que ilumina. Até ao fim pode ser luar que encanta um beijo. E o mistério faz viver, no fim, não é? - Rui Mário, Maio de 2018

Classificação: M/12
Duração: 120 minutos s/ intervalo

Informações e Reservas: 
Ticketline 1820 (24 horas) | www.ticketline.pt

Bilhetes à venda: 
Bilheteira da Quinta da Regaleira
www.ticketline.sapo.pt [ aqui ]
Postos de venda Ticketline

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FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Texto: Edmond Rostand
Encenação: Rui Mário
Musica original: Pedro Hilário
Adaptação / Dramaturgia: Nuno Vicente
Cenografia / Adereços: Júlio Almas
Figurinos: Ana Paula Rocha
Imagem: Pedro Marques
Fotografia: Sérgio Santos
Direção Técnica e Desenho de Luz: Nuno Gomes
Luminotécnica: Jorge Valente
Mestre de Armas: Fernando Brecha
Apoio Mestre de Armas: Inês Nogueira
Direção Administrativa: Samuel Saraiva
Produção: Andreia Lopes
Co-produção: Fundação Cultursintra e Teatro TapaFuros
Com: Artur Dinis, Carolina Agostinho, Clara Marchana, João Bandeira, Luís Lobão, Nuno Fonseca, Nuno Grilo, Miguel Moisés, Sara Rio Frio, Sérgio Moura Afonso
Parceiros: Mr. Print, Breyer Horses Portugal, Chapelaria D’Aquino, Companhia Livre, União Mucifalense, Câmara dos Ofícios


Sobre o Teatro TapaFuros

Fundado em 1990, com 26 anos de actividade ininterrupta, o grupo de Teatro TapaFuros tem desde sempre procurado a versatilidade que julga imprescindível face ao panorama cultural contemporâneo.

O trabalho do colectivo marca-se por uma estratégia bem definida de sensibilização de públicos e da sua recepção, sendo os espectáculos apresentados na rua a prova dessa aposta, ao fazer com que os espectadores se sintam integrados nos seus espectáculos, participando como figurantes num jogo teatral que se pretende, antes de mais comunicante – conforme sucedeu no largo fronteiro ao Palácio Nacional de Sintra, Quinta da Regaleira, Casa Mantero ou Parque da Liberdade.